Sobre o meu cansaço

Eu, cansado

Eu, cansado

Pior que o meu próprio cansaço é não saber de onde esse cansaço vem. Como lutar contra algo cuja fonte não se conhece? Eis um dos meus dilemas nos dias atuais. A verdade é que não tenho mais nem tentado lutar. O cansaço tomou conta de mim e fez-se um com aquele que sou.

Não é mais um problema externo. Tornou-se existencial. Essencialmente existencial.

Não há um entre os meus intermináveis dias em que não me sinta assim: intensa e extremamente cansado. Sem motivação. Sem ânimo. Sem vontade. De nada. Para nada.

A constatação é clara, até cristalina: preciso de descanso. Urgentemente.

Apenas não sei – ou não tenho – onde nem em Quem descansar.

 

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