Obrigado, PJ!

Eu o vi apenas uma vez. Foi no ano passado, por cerca de três minutos – tempo suficiente para um cumprimento, um abraço e uma foto. Ele mora em Fortaleza e eu nunca passei nem perto de lá. Mas, a despeito disso, nossas almas se encontraram. Normalmente é assim com as minhas amizades, elas acontecem, muitas vezes parece que até do nada. Surgem. Passam a existir. E, de repente, as percebo. Ali.

Quando o conheci, tínhamos vários conflitos de opinião. Hoje, sem nem perceber como o processo se deu, pensamos de maneira bem próxima a respeito da fé, da religião, de Deus.

E hoje (hoje mesmo, dia 14 de abril de 2012) fui tocado ao ouvir dele, quando partilhei uma minha dor, um “to chorando aqui, é sério!” Incrível como a dor tem o poder de unir pessoas tão distantes.

Apenas o Pai sabe o quanto procurei alguém que pudesse chorar comigo. Simplesmente para que eu sentisse que a minha dor é importante. Porque ela existe. E hoje era tudo o que eu precisava.

Obrigado, PJ, amigo.

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