Despedida, porque vou-me embora

“Um dia a terra será bela, o mal não existirá. E, como foi um dia, de novo ficará”. Mas não viverei para contemplar tal dia, porque “vou-me embora pra Pasárgada; lá sou amigo do rei”.

Ao rei, um pedido:

“Nem que seja um segundo, escuta agora o meu clamar,
Estou vivendo neste mundo, mas o que eu quero é Te encontrar
Por isso, peço mais que tudo: Volta!
Volta! Volta! Minha alma está chorando
Almejando Te encontrar.
Volta! Volta! Eu Te entrego minha vida agora,
Oh Senhor, vem me buscar
Volta!”

Como Lennon, imaginei um mundo sem países, sem motivos pelos quais lutar ou morrer, um mundo sem qualquer RELIGIÃO. Pessoas vivendo em paz.

Fui um sonhador, não o único, mas um deles. E imaginei que algumas certas pessoas se juntariam a mim.

Mas eu estava errado. E hoje estou triste…

“E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
(…)
Vou-me embora pra Pasárgada.”

Lá sou amigo do Rei…

*Com trechos das canções “Um dia” (Aloan Oliveira/Heber Schünemann, intérprete: Leonardo Gonçalves) e “Volta” (Ryldo Lopes, intérprete: Daniela Araújo), do poema “Vou-me embora pra Pasárgada (Manuel Bandeira), e referência à canção “Imagine” (John Lennon)

2 respostas em “Despedida, porque vou-me embora

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