É estranho estar bem…

É estranho estar bem quando tudo parece ir mal. Estranho não é a palavra! Talvez paradoxal. Ou, em se tratando de Hugo, contraditório. Mas real! É assim que me sinto. Bem, a despeito de todo e qualquer mal que me atinge. Incrível como estar bem nos momentos difíceis me faz melhor. Nessas horas, vejo-me claramente tal qual sou: um homem ampla e decididamente apaixonado pelo Caminho que é a Vida.

Nos momentos maus, toda e qualquer expressão de Amor – por menor ou mais simples que seja – é capaz de me despertar para a Esperança. Confiança que dias melhores – sempre – virão. Não é auto-ajuda, sequer pensamento positivo. Acho que a isso alguns dão o nome de Fé: crer apesar de qualquer circunstância desfavorável. Não sei se também daria o nome de Fé. Acho até que não. Mas, por falta de uma melhor definição no momento, contento-me com essa.

Gosto das minhas próprias definições! Mas aceito várias anteriores a mim. Um exemplo: gostaria de saber quem foi que definiu que estar bem pode ter o nome de Paz! Alguém inteligente disse, certa vez na História, que há uma paz que excede todo entendimento. Gosto dessa definição. Não por lógica ou beleza. Apenas porque a experimento e a absorvo em meu ser. Não dá pra entender mesmo; apenas viver!

Uma das definições que não uso muito é a que foi dada a Ele. Quem é Ele? Difícil explicar. Não gosto de prendê-lo em definições. Mas convencionou-se, sei lá desde quando, chamá-lo pela junção das letras d, e, u, s. O que forma o vocábulo Deus. Não gosto! Chamo-o de Amor. Sei lá o motivo, mas prefiro que seja assim.

E é por causa desse Amor – extraordinário, perfeito e que ultrapassa os limites da compreensão humana – que me sinto bem – e até melhor – em momentos como o Hoje. Quando a turbulência me atinge, a voz do Amor torna-se mais perceptível. Ela se apresenta nas pequenas atitudes de pessoas que gostam de mim.

Nesta semana, pude perceber bem o Amor:

– nos olhos da minha melhor amiga, Bell, que voltou para o Acre, mas ficou em mim;
– no encontro com Pedro, C.Wesley, Laryssa, Elida e Marina na mesa de um bar;
– nas ligações e palavras carinhosas de um grande amigo, sempre presente, o Felipe;
– no aconchego do meu lar, com meus pais e irmãs;
– na ligação – inesperada – do meu irmão mais velho que mora em Goiânia;
– no convite para o baile de formatura da Sarah, minha prima.

Daqui a pouco saio para comemorar com ela. É óbvio, pelo menos para mim, que nada disso existiria não fosse o Amor. É Ele que nos deixa felizes ao ver pessoas que gostamos alcançando o desejo do seu próprio coração. É Ele que nos faz esquecer que as coisas vão mal e que nos permite descansar. Na segurança que, enquanto existirem amigos e família, a Vida nunca nos deixará.

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