Chuva

A chuva não para [nota: é a primeira vez que escrevo esse ‘para’ sem acento agudo no primeiro a. mudança mais significativa, até o momento, em meu 2009]! Cruel, simplesmente destrói. Leva, em seus braços, vidas e semi-vidas. Bens e semi-bens. Casas e semi-casas.

Ela não tem pena. Muito menos compaixão. Obedece aos instintos. E, por não ter vazão por onde deveria, corre pelos trajetos que encontra. Não importa quem ou o que esteja no caminho… O importante é fugir, escapar…

2009 começa! E a força da água que carrega vidas é a mesma que deixa turbulenta a minha alma. Não, não estou feliz. Nem almejo ficar. Quero apenas ficar bem. Mas, pra isso, a chuva que atormenta meu coração precisa parar.

No primeiro Jornal Nacional de 2009, os destaques da virada.

No Rio, show de fogos em Copacabana;

Em São Paulo, comemoração na Avenida Paulista;

No Rio Grande do Sul, grande concentração na Usina do Gasômetro, em PoA;

Em Brasília, multidão na Esplanada dos Ministérios;

Em Santa Catarina, show de fogos histórico em Florianópolis. Até lá…

Em Minas, três mortes causadas pela chuva. De positivo, o ótimo vt da Isabela.

3 respostas em “Chuva

  1. “Não, não estou feliz. Nem almejo ficar. Quero apenas ficar bem.”Sinto exatamente a mesma coisa!E poxa, ainda bem que a minha cidade é pacata e longe de chuvas fortes [acho que pela primeira vez na vida, agradeço por morar aqui]:*

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