De volta…

…após cerca de 40 dias sem postar!

Abaixo, publico um poema de um de meus autores preferidos: Alberto Caeiro. Escrito em 1º de outubro de 1917, consegue explicar, ainda hoje, aquilo que sinto em relação à vida, que desfruto ao lado dos meus amigos. Não é à toa também minha admiração por este escritor, uma das faces do poeta Fernando Pessoa. Assim como ele, que é muitos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos, Ricardo Reis e, claro, o próprio Pessoa – sinto-me como se em mim habitassem vários escritores, cada um vindo à tona em um momento.

“A criança que pensa em fadas e acredita nas fadas
Age como um deus doente, mas como um deus.
Porque embora afirme que existe o que não existe
Sabe como é que as coisas existem, que é existindo,
Sabe que existir existe e não se explica,
Sabe que não há razão nenhuma para nada existir,
Sabe que ser é estar em um ponto
Só não sabe que o pensamento não é um ponto qualquer.”

(Alberto Caeiro, 1917)

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