Caras estranhos

Ele é o cara! E, também, muito estranho. Mas não é o “Cara Estranho” cantado pela banda Los Hermanos. Não! Aquele sou eu, de acordo com este outro “cara”, também “estranho”.Ele sabe ser, mesmo que nem sempre seja;
Ele sabe viver, mesmo que nem sempre viva;
Ele sabe sentir, mesmo que nem sempre sinta;
Ele sabe entender, mesmo que nem sempre entenda;
Ele é ele, mesmo que nem sempre seja quem é;
Ele é estranho, mesmo que às vezes seja simples;
Ele sabe ser amigo, mesmo que nem sempre seja.

Ele sabe que eu sou o “cara estranho”, mesmo que nem sempre eu seja;
Ele diz ser meu fã, mas eu sou dele primeiro;
Eu sofro, ele também sofre. Mas sofremos de formas diferentes;
Ele lida melhor com o sofrimento que eu, mesmo que nem sempre lide;
Ele é admirado, mesmo que nem sempre haja motivo;
Ele é meu amigo. Grande amigo, mesmo que nem sempre saiba;
Ele é importante demais, mesmo que não entenda o porquê.

Ele é alguém que conheci no Hoje, onde o ontem e o amanhã nada são;
E vivendo o Hoje, repito: ele é o cara! Também estranho, mesmo, agora, não sendo mais.

NEle, em quem caras estranhos e contraditórios se encontram no caminho da Vida chamado Hoje e conseguem vencer as feridas e acreditar na proposta de uma grande parceria e amizade, nesse mundo onde o des-amor tem tentado suprimir o Amor, que vem apenas dEle.
[Ao Thiago, meu amigo, para quem sou o “Cara Estranho”!]

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