Espera

Quase madrugada
O que espero?
Quem espero?
Não sei…

Sei que dilacera essa dor
A dor da espera
Viver dói, machuca
Destrói, corrói

Por que viver, então?
Por que se agarrar à vida?
De uma forma louca
Insana e desesperada por viver
Viver uma dor

Não entendo por quê
Mas gosto de viver
Sou contradição
E ainda espero
Quem? O que?
Não sei…
Talvez prefira assim
É, não sei…

 

Uma resposta em “Espera

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