Ser diferente do que se é

“Não há casos de revoluções em colônias de samambaias , decididas a se transformarem em roseiras. Nem casos de girassóis que tivessem cometido suicídio. Os indivíduos, ao contrário, se caracterizam por este fato trágico e grandioso: sua decisão de serem diferentes do que são. Isto os torna dolorosamente e maravilhosamente particulares, neuróticos e sofredores, capazes de criar a arte, de amar, de se sacrificar, de fazerem revoluções e se entregarem às causas mais loucas, de cometerem suicídio.”

[Rubem Alves, em ‘Filosofia da Ciência – introdução ao jogo e suas regras’, páginas 101 e 102]

Por que será que o homem tenta ser diferente daquilo que é? Por ser tão insatisfeito o homem está acabando com o mundo e, em conseqüência, consigo mesmo.

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